Vem aí: O Livro das Palavras de Albert Pike



O Livro das Palavras (The Book of the Words) é um léxico maçônico fundamental, escrito e publicado por Albert Pike entre 1877 e 1878 nos Estados Unidos. Originalmente impresso em uma edição limitada e distribuída apenas aos participantes do Supremo Conselho da Casa do Templo em Washington, DC, em 1870, a obra foi reeditada de forma mais ampla anos depois, tornando-se a versão de referência que conhecemos hoje.

Mais do que um simples dicionário, esta obra dispõe das raízes etimológicas dos termos mais significativos para o Rito Escocês Antigo e Aceito, rito pelo qual Pike se tornou notório. Com uma estrutura multi-idioma, Pike explora o Hebraico, Fenício, Samaritano, Grego, Latim e Sânscrito, permitindo que esses termos sejam finalmente compreendidos em sua essência, evitando que se tornem fórmulas vazias e repetitivas. Entre paráfrases e extrações, o autor compartilha suas referências docentes e literárias, como Albert Mackey, Elias Ashmole, Barão Bunsen, Selig Newman e Wilhelm Gesenius.

Agora, para enriquecer os estudos de quem busca compreender a fundo o Rito Escocês Antigo e Aceito, a editora No Esquadro dá continuidade ao seu movimento de publicação das principais obras do rito (como Moral e Dogma, As Grandes Constituições de 1762 e 1786 e Uma Ponte para a Luz) apresentando a campanha da 2ª edição em português de O Livro das Palavras.

Com tradução de Samuel Benedicto, revisão e edição de Kennyo Ismail, esta versão brasileira foi cuidadosamente produzida em prestígio a cada irmão leitor. A obra conta com capa dura brilhantemente desenvolvida pelo Irmão Felipe Bandeira, miolo em papel amarelado e a manutenção das imagens originais, oferecendo um material fidedigno à edição histórica.

Faça parte deste resgate histórico e garanta o seu exemplar através da nossa campanha no Catarse!

https://www.catarse.com.br/olivrodaspalavras

"A pesquisa etimológica e a comparação de palavras em diferentes idiomas aparecem, na história do intelecto humano, de forma não muito distinta da navegação dos antigos entre Cila e Caríbdis. Nada menos que a resolução de Ulisses, que se fez amarrar ao mastro e tapar os ouvidos, pode evitar que sejamos levados pelo canto da sereia da similaridade de sons e por uma combinação ilusória de imagens. Aquele que cede a essa sedução está perdido e, com certeza, mais cedo ou mais tarde, encalhará sua embarcação nos rochedos do absurdo."

Comentários

Postagens mais visitadas